HIGIENE E SEGURANÇA

Fomos distinguidos com a atribuição do selo “Clean & Safe”, pelo Turismo de Portugal porque os nossos estabelecimentos cumprem as recomendações da Direção-Geral da Saúde para evitar contaminações dos espaços com o SARS-CoV2 (novo coronavírus).

A nossa prioridade número um é a segurança, bem-estar e saúde de todos os nossos hóspedes e colaboradores.

Para garantir exatamente isso, estabelecemos e implementámos segurança preventiva, medidas e práticas de higiene e segurança, de acordo com as recomendações e diretrizes da Direção Geral de Saúde, para que todos os nossos clientes possam sentir-se seguros e confortáveis em permanecer ou visitar os nossos hotéis.

As nossas equipas dedicadas estão treinadas e focadas em manter o ambiente saudável e seguro que caracteriza os nossos hotéis, e estão prontas para prestar qualquer assistência.

No caso dos hotéis com marcas da Meliá Hotels International (Meliá Hotels & Resorts e TRYP by Wyndham), encontra-se em desenvolvimento o programa #StaySafewithMelia, em parceria com Bureau Veritas, um certificado de excelência, ao qual aderiram asunidades do Grupo Hoti Hoteis.

Enfrentamos novos desafios, mas com a dedicação de sempre, damos-lhe as boas-vindas!

Logo Clean&Safe-01

PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO

NAS INSTALAÇÕES

Sinalização e Informação

  • Garantir que os clientes tenham conhecimento e acesso ao presente Protocolo Interno relativo ao surto de coronavírus COVID-19. (Deverá ser identificada a forma de acesso à informação)
  • Disponibilizar a informação de como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19.

Plano de higienização

  • Lavagem e desinfeção, de acordo com o presente protocolo interno, das superfícies onde colaboradores e clientes circulam, garantindo o controlo e a prevenção de infeções e resistências aos antimicrobianos.
  • Limpeza, várias vezes ao dia, das superfícies e objetos de utilização comum (incluindo balcões, interruptores de luz e de elevadores, maçanetas, puxadores de armários).
  • Ser dada preferência à limpeza húmida, em detrimento da limpeza a seco e do uso de aspirador de pó.
  • Renovação de ar das salas e espaços fechados é feita regularmente.
  • Desinfeção da piscina ou outros equipamentos existentes em SPA’s/áreas wellness (sempre que existam).
  • Desinfeção do jacuzzi (sempre que exista) é feita regularmente com o despejo de toda a água seguido de lavagem e desinfeção; posteriormente é cheia com água limpa e desinfetada com cloro na quantidade adequada.
  • Nas zonas de restauração e bebidas, o reforço da higienização dos utensílios, equipamentos e superfícies e evitada ao máximo a manipulação direta dos alimentos por clientes e colaboradores.
  • Nas áreas de restauração/cafetaria, deve ser assegurada a limpeza eficaz quando sai um cliente e entra outro para a mesma mesa.
  • O balde e esfregona para o chão são habitualmente reutilizáveis, pelo que se deve garantir uma limpeza e desinfeção destes equipamentos no final de cada utilização.
  • balde e esfregona devem ser distintos por áreas. Por exemplo: o balde e esfregona usados nas casas de banho, não devem ser usados nas áreas de alimentação, ou em outros espaços públicos.
  • Para o chão, a lavagem deve ser realizada com água quente e detergente comum, seguido da desinfeção com solução de lixívia diluída em água. Aconselha-se que a frequência de limpeza seja no mínimo 2 vezes ao dia.
  • Nas instalações sanitárias, a lavagem deve ser realizada, preferencialmente, com produto que contenha na composição detergente e desinfetante porque é de mais fácil aplicação e desinfeção. Aconselha-se que a frequência de limpeza do chão seja no mínimo 3 vezes ao dia.
  • Nos espaços onde podem estar crianças a brincar, a limpeza deve ser reforçada várias vezes ao dia.

Adequação do espaço selecionado para isolamento

  • Local para isolar pessoas que possam ser detetadas como casos suspeitos ou casos confirmados de COVID-19, que deve ter preferencialmente ventilação natural, ou sistema de ventilação mecânica, e possuir revestimentos lisos e laváveis, casa de banho, stock de materiais de limpeza, máscaras cirúrgicas e luvas descartáveis, termómetro, contentor de resíduos autónomo, sacos de resíduos, sacos de recolha de roupa usada, Kit com água e alguns alimentos não perecíveis.

Adequação das unidades de alojamento

  • A definição de cuidados específicos para troca da roupa de cama e limpeza nos quartos, privilegiando dois tempos de intervenção espaçados e com proteção adequada conforme Protocolo interno.
  • A remoção da roupa de cama e atoalhados feita sem a agitar ou sacudir, enrolando-a no sentido de fora para dentro, sem encostar ao corpo e transportando-a diretamente para a máquina de lavar.
  • A lavagem em separado à máquina e a temperaturas elevadas da roupa de cama/atoalhados (cerca de 60ºC).
  • A lavagem e desinfeção das almofadas sempre que mude o cliente.
  • Ponderar proteger os comandos de TV e ar condicionado (ex: envolver em plástico).

Equipamentos de higienização

  • Dispensadores de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool junto aos pontos de entrada/saída, e sempre que aplicável por piso, à entrada do restaurante, bar e instalações sanitárias comuns.
  • Sabão líquido para lavagem de mãos e toalhetes de papel, em todas as instalações sanitárias.

PARA OS COLABORADORES

Formação
Todos os Colaboradores receberam informação e/ou formação específica sobre:
  • Protocolo interno relativo ao surto de coronavírus COVID-19.
  • Como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, incluindo os procedimentos:
    • Higienização das mãos: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos ou usar desinfetante para as mãos que tenha pelo menos 70º de álcool, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas.
    • Etiqueta respiratória: tossir ou espirrar para o antebraço fletido ou usar lenço de papel, que depois deve ser imediatamente deitado ao lixo; higienizar as mãos sempre após tossir ou espirrar e depois de se assoar; evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.
    • Conduta social: alterar a frequência e a forma de contacto entre os trabalhadores e entre estes e os clientes, evitando (quando possível) o contacto próximo, apertos de mão, beijos, postos de trabalho partilhados, reuniões presenciais e partilha de comida, utensílios, copos e toalhas.
  • Como cumprir a auto monitorização diária para avaliação da febre, verificação de tosse ou dificuldade em respirar.
  • Como cumprir as orientações da Direção-Geral da Saúde para limpeza de superfícies e tratamento de roupa nos estabelecimentos.

Equipamento – Proteção individual

  • Em número suficiente para todos os colaboradores (consoante a sua função: máscara, luvas, viseira, bata ou avental, touca, cobre-sapatos).
  • A farda dos colaboradores deve ser lavada em separado à máquina e a temperaturas elevadas (cerca de 60ºC).

Designação dos responsáveis

  • Ter ao serviço um colaborador responsável por acionar os procedimentos em caso de suspeita de infeção (acompanhar a pessoa com sintomas ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o serviço nacional de saúde). Indicar o responsável ao serviço pelo cumprimento das regras de prevenção/atuação e/ou de alerta em caso de suspeita de infeção.

Conduta

  • Auto monitorização diária para avaliação da febre, existência de tosse ou dificuldade em respirar. Ponderar a forma de registo.
  • Comportamentos a adotar pelo staff:
  • manter a distância entre colaboradores e clientes e evitar contactos físicos, incluindo os apertos de mão
  • não entrar e sair dos estabelecimentos com a farda do estabelecimento
  • manter o cabelo apanhado
  • desaconselha-se o uso excessivo de adornos pessoais (pulseiras, fios, anéis, etc.)
  • na entrada de pessoal, dispor de um tapete húmido para limpar a sola dos sapatos e mudar regularmente esse tapete
  • pausas e horários de refeições escalonadas para evitar encontros nas zonas de pessoal/refeitórios
  • Os profissionais de limpeza devem conhecer bem os produtos a utilizar (detergentes e desinfetantes), as precauções a ter com o seu manuseamento, diluição e aplicação em condições de segurança, como se proteger durante os procedimentos de limpeza dos espaços e como garantir uma boa ventilação dos mesmos durante a limpeza e desinfeção.

Stock de materiais de limpeza e higienização

  • Stock de materiais de limpeza de uso único proporcional às dimensões do empreendimento, incluindo toalhetes de limpeza de uso único humedecidos em desinfetante, lixívia e álcool a 70º.
  • Dispensadores ou recargas de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool.
  • Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico.
  • Equipamento ou recargas para lavagem de mãos com sabão líquido e toalhetes de papel.

Escalas / Turnos

  • Definição de escalas de serviço e/ou turnos com redução do número simultâneo de colaboradores – A criação de equipas poderá permitir maior controlo das regras de segurança e higiene
  • Definição de regras/faseamento dos atos de limpeza das unidades de alojamento.

PARA OS CLIENTES

Equipamento – Proteção individual

  • Equipamento de proteção individual (kits individuais de proteção com máscara e gel desinfetante, podendo acrescer luvas, viseira ou outros) disponível para clientes (para definição do stock deverá ter-se em atenção a capacidade máxima do estabelecimento).

Conduta

  • Definição de regras simples e claras de permanência nos espaços comuns (horários diferenciados de refeições, ginásio, SPA, piscina, etc….) acessíveis a todos (em vários idiomas, divulgação em locais adequados, etc).

 

PROCEDIMENTOS EM CASO DE SUSPEITA DE INFEÇÃO

Plano de atuação

  • O colaborador responsável deve acompanhar o suspeito de infeção ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o Serviço Nacional de Saúde.

Descontaminação do local de isolamento

  • A descontaminação da área de isolamento sempre que haja casos positivos de infeção e reforço da limpeza e desinfeção sempre que haja doentes suspeitos de infeção, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo mesmo, conforme indicações da Direção-Geral da Saúde.
  • O armazenamento dos resíduos produzidos pelos doentes suspeitos de infeção em saco de plástico que, após fechado (ex. com abraçadeira) deve ser segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

Registo de Incidentes e Ações tomadas

  • O hotel mantém registos atualizados, disponíveis para consulta, das sessões de formação realizadas, bem como dos procedimentos elevados de higiene e saneamento realizados em cada secção da propriedade, pertinentes ao combate ao do Covid-19.